Não foi o que eu esperava, mas…

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Fomos as urnas para eleger Prefeito e Vereadores no último dia 15 e confesso que não esperava o resultado que deu. Mas verdade seja dita, democracia é democracia e é assim que funciona, a vontade da maioria deve prevalecer (seja ela boa ou não para mim e para você). Como não perco a esperança, torcia para ver o povo, exercendo o seu direito ao voto, fazer uma renovação na cara da política do Rio de Janeiro, mostrando que cansou dessas mesmas pessoas que prometem mundos e fundos, mas assim que são eleitos mudam o discurso e colocam de lado as necessidades do população. Bom, não foi o que eu esperava, mas… ainda há esperança e enquanto isso, bola para frente.

Para o segundo temos o que as pesquisas indicavam. Eduardo Paes e Marcelo Crivela e cada vez mais eu acho que essas pesquisas mais influenciam do que informam. Eu, pelo menos, achei que ela estivesse totalmente errada no primeiro turno e que o povo nem de longe votaria no Paes, mas aí está ele no segundo turno, e agora de acordo com a pesquisa, levando 70% da intenção de voto da polulação do Rio de Janeiro no bolso. Será que o carioca quer mesmo o Eduardo Paes novamente a frente da prefeitura?

Amanhã voltamos as urnas para decidir quem vai assumir a prefeitura e ao que tudo indica Paes está de volta, mas pior de tudo é que mesmo que vire o jogo a segunda opção também não é a que, pelo menos eu, gostaria no comando da Cidade Maravilhosa. Assim ficamos limitados a escolher o menos pior. E, na verdade, não faço ideia de qual seja. Talvez o quadro fosse melhor, se todos os cidadão que anularam ou votaram em branco (e olha que foram muitos) tivessem dado seu voto a alguém com um histórico político melhor (ou até sem histórico político algum).

Eu gosto de uma frase que diz: “Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.” normalmente atribuída ao filósofo Edmund Burke. Acho que é o que vivemos hoje, devido a falta de esperança de uma grande parcela da população que já cansou de acreditar em políticos e por isso se fechou até para analisar novas possibilidades, ficando de braços cruzados. Mas isso precisa mudar, temos que acompanhar de perto a política e, principalmente, os políticos. Ver o que estão fazendo e o que disseram que fariam, assim podemos ver o compromisso dele com seus eleitores. É legal até fazer uma lista daqueles em quem nunca mais votaremos e guardar ela bem, porque a nossa memória como eleitor parece ser fraca. Eu já tenho a minha e ela se chama “Esse nunca mais”. Comece a sua também!

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